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Veja 10 setores com franquias que custam até R$ 15 mil

Associação do setor põe nesse ramo negócios que exigem investimento inicial de até R$ 80 mil, mas há casos em que R$ 5 mil são suficientes

14 jul 2014
08h00
atualizado em 23/6/2015 às 16h44
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McDonald’s, Habib’s, Bob’s, Ibis, PBKids... Em geral, as marcas mais renomadas são as primeiras que vêm à mente quando se pensa em franquias. Mas quem quer entrar nesse mercado não precisa, e frequentemente não pode, ficar restrito a esses grandes (e caros) nomes. Escolher uma microfranquia, que exige investimento inicial modesto, é uma boa alternativa.

Uma microfranquia pode ser montada em casa, sobretudo empresas da área de serviço
Uma microfranquia pode ser montada em casa, sobretudo empresas da área de serviço
Foto: Daria Filimonova/ Shutterstock

A Associação Brasileira de Franchising classifica de microfranquias aquelas que requerem aporte de até R$ 80 mil. Mas há casos em que R$ 5 mil são suficientes para começar a tocar o negócio – valor que envolve taxa de franquia e capital para instalar a empresa, mas não inclui itens como funcionários e impostos.

De qualquer modo, é bom deixar um pé-de-meia adicional até que o empreendimento comece a dar retorno. “Em geral, o mercado adota o prazo entre 24 e 36 meses. No entanto, esse tempo pode sofrer variações, de acordo com o desempenho do franqueado, as condições de mercado e o suporte oferecido pela franqueadora para impulsionar o crescimento do negócio”, afirma Claudia Bittencourt, sócia e diretora geral do Grupo Bittencourt, que dá consultoria empresarial em diferentes frentes.

Em alguns casos, pode-se montar a empresa em casa mesmo, o que economiza tempo e dinheiro no dia a dia. “Os custos são menores, porque não precisa locar um espaço para trabalhar e não precisa se deslocar para o escritório”, pontua André Friedheim, sócio da consultoria Francap e diretor de relações exteriores da ABF. A solução é comum principalmente em empresas de prestação de serviço, como reforço escolar, personal stylist, home care e limpeza doméstica.

Tocar o negócio, nesse ramo, significa fazer de tudo. “O perfil de microfranqueado é o self-made man . Ele é responsável pela cobrança, pela gestão, pela venda...”, afirma Friedheim. Por isso, avalia, é preciso ter uma veia comercial forte e manter-se motivado.

“Muitas vezes um candidato entra numa microfranquia como um treino para uma franquia grande, como se fosse um estágio. A pessoa pode até achar que vai perder pouco dinheiro porque o investimento é menor, mas a dedicação é fundamental. Dinheiro não aceita desaforo”, diz Friedheim.

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