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28 de junho de 2012 • 08h37

Processo para abrir conta no exterior é simples; veja como

Bancos internacionais também cobram taxas de manutenção de contas-correntes
Foto: Aleksandar Radovanovic / Terra
 

Abrir uma conta corrente no Brasil é simples e prático. Com ela, o correntista pode sacar dinheiro em caixas automáticos, além de aproveitar serviços como cartão de débito, crédito e talão de cheque. No exterior, esse processo também é fácil e seguro, o que tem contribuído para aumentar o número de pessoas que optam por esta decisão.



Se quem está pensando em ir para fora do país deseja abrir uma conta corrente, há duas opções. No Itaú Unibanco, por exemplo, a pessoa pode preencher uma ficha pela internet, que funciona como um cadastro prévio para agilizar o processo, ou contar com a ajuda de um procurador autorizado para dar início ao processo. A segunda alternativa é para quem já está fora do país e deseja abrir uma conta no banco.



Muitas das pessoas que viajam para fora do Brasil optam por permanecer no país por um tempo mais longo, inclusive para trabalhar. Por isso, abrir uma conta corrente é uma alternativa viável para receber dinheiro, tanto de remessas feitas do Brasil quanto o próprio salário pago por uma empresa local.



Esse é o caso do publicitário Lucas Cordeiro, de Curitiba, que passou três meses morando nos Estados Unidos, em um programa de Work Experience. Lá, trabalhou em um ski resort e, para evitar idas ao banco para receber o pagamento, resolveu abrir uma conta corrente em um banco local. "Com a conta aberta, ficava mais fácil receber meu salário. Do contrário, teria que descontar o cheque toda mês em uma agência, o que era trabalhoso e cansativo", diz.



Para abrir a conta, o publicitário comenta que, pelo fato de ser brasileiro, o banco exigiu o passaporte. "Além disso, eles também pediram o Social Security Card, uma espécie de Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) nos Estados Unidos", lembra. Ele diz que este documento a própria empresa providenciou a emissão.



Como no Brasil, as agências no exterior oferecem outros benefícios para os clientes, mesmo que eles sejam de outros países. "Recebi um cartão de débito e um talão de cheques, mas este último eu nunca usei", ressalta Cordeiro. Além disso, ele comenta que o banco cobrava uma taxa de manutenção, de aproximadamente US$ 3 dólares - debitados mensalmente na conta do cliente.



De volta ao Brasil

Com a mesma facilidade que teve ao abrir a conta, Cordeiro pode encerrar sua conta corrente. "O processo foi rápido. Retirei todo o dinheiro enquanto ainda estava nos Estados Unidos, justamente para não precisar fazer transferência depois", comenta. Para encerrar a conta, o publicitário explica que só precisou mandar um fax para o banco, solicitando o fechamento da conta corrente. "É importante lembrar que a pessoa precisa fechar a conta, para evitar ficar devendo a taxa de manutenção, que ainda é cobrada, caso ela esteja aberta", conclui.



Ógui
Especial para o Terra
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