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Saiba quais são as 10 cidades mais caras para expatriados

9 ago 2013
07h12
atualizado às 07h12
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Se a sua empresa pretende transferir um funcionário para Luanda, na Angola, é melhor pensar duas vezes. A cidade é a primeira colocada do ranking de cidades mais caras para expatriados produzida pela empresa de consultoria Mercer. Para produzir o ranking foram pesquisados os custos de mais de 200 itens relacionados a habitação, transporte, alimentação, vestuário, artigos domésticos e entretenimento em 214 cidades dos cinco continentes, usando Nova York como cidade-base e comparando-a às demais - por isso a grande maçã não aparece na lista.

Os preços são referentes a março deste ano, e os produtos e os serviços pesquisados seguem o mesmo padrão - o que representou uma dificuldade no caso de cidades menos desenvolvidas, como a quarta colocada, N’Djamena, em que não foi possível encontrar produtos simples como calças jeans. As diferenças entre os preços são bastante expressivos, até mesmo entre os 10 primeiros colocados. Um sanduíche ao estilo fast-food, por exemplo, pode ser encontrado por US$ 3,54 em Hong Kong e por US$ 25,51 em N’Djamena. No entanto, o relatório produzido pelos especialistas da Mercer aponta os altos custos de moradia como o ponto em comum entre as cidades mais caras.

Apesar de ocupar a 19ª posição, São Paulo é a cidade mais cara das Américas para expatriados, segundo o levantamento da Mercer. De acordo com os analistas da empresa, o que coloca a capital paulista nesta posição é o câmbio, seguido pelo preço dos imóveis e gastos com lazer e transporte. No ano passado, a cidade ocupava o 12º lugar e, em 2011, o 10º. Confira na galeria as 10 primeiras colocadas do ranking deste ano das cidades mais caras para expatriados, e o custo médio de alguns produtos pesquisados.

Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra
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