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Do esqui à natureza; Veja o que a Patagônia pode oferecer

20 dez 2013
07h20
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Dividida entre territórios de Argentina e Chile, a fria Patagônia atrai turistas com diferentes preferências. Seja para admirar paisagens, animais e geleiras ou para desafiar o fôlego em esportes de neve, viajantes do mundo inteiro viajam para conhecer a famosa região. “A Patagônia é um dos destinos carro-chefe aqui na agência. Para quem gosta de ver natureza, glaciares e outros pontos turísticos, é ideal”, diz Gino Lucchesi, consultor de vendas da agência de viagens Terra Mundi.

As praias de Puerto Madryn, na Argentina, são bons lugares para quem busca visitar a Patagônia no verão. Na cidade, é possível fazer passeios de barco e outras atividades aquáticas – com a companhia da fauna marinha. Baleias, pinguins, golfinhos e lobos marinhos são atrações comuns durante a estadia. A 19 quilômetros ao sul de Puerto Madryn, se encontra a Reserva Natural de Punta Loma.

Outro destino recomendado durante o verão argentino é a cidade de El Calafate, próxima a fronteira com o Chile. Localizada na província de Santa Cruz, o lugar oferece atividades como o turismo de aventura – escaladas, rafting, canoagem –, pesca esportiva, esqui e passeios repletos de animais selvagens. Permite ainda o acesso por terra ao Parque Nacional Torre Del Paine, na Patagônia chilena. No parque, está o glaciar Perito Moreno, de cerca de 60 metros de altura.

As atividades de neve são o que mais motivam turistas a visitarem a Patagônia no inverno. Lugares como Ushuaia, a cidade mais meridional do planeta, são destinos aconselhados a adultos e crianças na estação. Para quem prefere se divertir admirando a natureza, um bom local para passear na cidade é o Parque Nacional Tierra del Fuego. A cidade de San Carlos de Bariloche também é um famoso atrativo argentino. Lucchesi ressalta, porém, que os hotéis preferem hospedar grupos maiores em Bariloche.

Preços
Os preços dos pacotes de viagem para a Patagônia variam de acordo com a quantidade de dias de viagem e passeios oferecidos ao turista. Pacotes de 6 dias podem custar de US$ 1.500 (R$ 3.500) a US$ 2.800 (R$ 6.500). Enquanto que outros, de 15 dias, podem ser adquiridos por até US$ 4.600 (R$ 10.700). Outros fatores que influenciam nos preços, ressalta Lucchesi, são as datas dos voos e a qualidade dos hotéis escolhidos.

Diversos desses pacotes não incluem almoços ou jantares. Porém, há diversas opções gastronômicas próximas aos hotéis. Os valores dependem do tipo de alimentação que o viajante busca. Os lanches saem por 20 a 30 pesos argentinos (R$ 7,50 a R$11). Já os restaurantes, com cardápios e qualidades diferentes, oferecem refeições de 20 a 100 pesos argentinos (R$ 7,50 a R$ 37).

Para aproveitar promoções e evitar eventuais aumentos de preços, o consultor de vendas recomenda comprar os pacotes com antecedência. “As tarifas aéreas mudam. Esse aumento pode ser de R$ 1 mil a R$ 2 mil”, calcula. Sobre qual moeda levar, Lucchesi responde que o comércio na Patagônia, em geral, aceita dólar e até real – mas com taxa de câmbio mais alta. Por isso, acredita ser mais vantajoso trocar o dinheiro para peso argentino em casas de câmbio brasileiras, argentinas ou chilenas.

Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra Cartola - Agência de Conteúdo - Especial para o Terra
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