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Vinícolas do Chile atraem turistas por suas belas paisagens

16 dez 2013
07h15
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O Chile é um dos países mais conhecidos da América do Sul quando se fala em turismo de vinhos. As vinícolas oferecem passeios guiados e encerram o tour, geralmente, com uma degustação das suas “obras de arte”. Há vinícolas e vales para todos os bolsos e gostos.

Alguns pacotes de agências de viagens oferecem hospedagem em vinícolas, para que o turista tenha uma experiência completa. Geralmente, os pacotes saem de São Paulo em direção a Santiago. Da capital chilena, os turistas partem para a área produtora de vinhos no país escolhida no pacote - são diversos destinos. Um dos mais famosos é o Vale Colchagua, localizado a 130km ao sul da capital. Para se ter uma ideia, um pacote de seis noites - três em Santiago, uma no Vale do Colchagua e duas dentro de uma vinícola - com passagens aéreas, tours, translados e algumas degustações de vinhos pode sair a partir de US$ 3.421 (aproximadamente R$ 7.900).

É no Vale do Rio Maipo que está localizada uma das mais famosas vinícolas chilenas: a Concha y Toro. A marca é famosa por fabricar vinhos da uva Cabernet Sauvignon. O turista que deseja se aprofundar no conhecimento sobre vinhos tem a opção de comprar um tour pela vinícola. É possível passear pelas áreas verdes das videiras e visitar o jardim da mansão da família Concha y Toro, do século XIX. Além disso, a vinícola oferece uma vista panorâmica do Vale do Rio Maipo, com uma degustação de vinhos. O passe custa 8.600 pesos chilenos (R$ 38)

Em Casablanca, cidade conhecida pela produção de vinhos brancos, localizada a oeste de Santiago, na vinícola Matetic é possível fazer um tour pela adega, com vista dos vinhedos, e também, uma explicação do processo de produção de vinho, engarrafamento e estocagem do produto. O turista, no final, tem direito a degustação de dois tipos de vinhos da marca. O programa tem a duração de uma hora e, dependendo do tipo de vinho que o turista deseja degustar, pode custar a partir de 10 mil pesos chilenos (R$ 43).

Já outros pacotes mais simples, que não oferecem hospedagem dentro de vinícolas, por exemplo, saem mais em conta. Pacotes turísticos com passagens aéreas, hospedagem de cinco dias, city tour por Santiago e visita a vinícolas ao redor do Vale Colchagua, com almoço, translado e seguro podem custar a partir de US$ 1.290 (R$3.000).

Que dinheiro levar
“Sugerimos levar dólar e trocar em lojas de câmbio da capital chilena. O cartão Visa Travel Money também é uma boa opção”, diz a gerente de produto da agência Terramundi, Fabiana Roque. Ela diz que a melhor época para viajar para a região é de novembro a março, entre a primavera e o verão. Fabiana diz que o clima é menos frio e os dias são mais longos, e que às 21h o céu ainda está claro. De acordo com o diretor de produtos e operações da Nascimento, Oswaldo Freitas, vale mais a pena gastar em cartão de débito internacional  do que em dinheiro pois no cartão o IOF é de 0,38% para operações de saque internacional. “Pode usar o cartão do banco, caso seja habilitado ou um Visa Travel Money”, diz.

 

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