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Turismo injeta US$ 10 bi na África do Sul; conheça destino

1 nov 2013
07h35
atualizado às 07h35
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Safáris, mergulhos, deserto, vinhos, cultura e história. As atrações da África do Sul são inúmeras e levaram somente no ano passado 9,1 milhões de turistas ao país, que sediou a última Copa do Mundo de futebol, em 2010. O número refletiu na entrada de US$ 10 bilhões (R$ 22 bilhões) na economia nacional, aponta relatório da Organização Mundial de Turismo. Os índices significativos colocam o país como o segundo mais visitado do continente, pouco atrás do Marrocos. A Cidade do Cabo, o Parque Nacional do Kruger e a Rota Jardim são alguns dos destinos que a África do Sul apresenta. Para quem quer conhecer a África, o país é uma alternativa com boa infraestrutura e preço acessível.

A economia sul-africana é a mais desenvolvida do continente. O  Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 384 bilhões registrado pelo Banco Mundial no ano passado é mais que o triplo de 10 anos antes e com sobras o maior da África - corresponde a um quinto do total africano. Mesmo assim, o país é barato para se visitar, afirma Carina Pedron, gerente de produtos da Terra Mundi Viagens. “Come-se muito bem pagando o justo, bem diferente da atual situação de cidades como São Paulo e Rio. Em relação a hospedagem, é a mesma coisa: preço justo pelo tipo de hotel escolhido”, diz. A moeda local, o Rand, equivale a R$ 0,22.

Na agência, um pacote mais em conta, incluindo oito dias de viagem, passando por Joanesburgo, Cidade do Cabo e o parque Kruger, sai por US$ 2.409, equivalente a R$ 5.260. As viagens, entretanto, podem incluir alguns lugares próximos, estendendo o trajeto - que fica naturalmente mais caro, mas ainda mais bonito. Alguns roteiros levam às Ilhas Maurício, a Moçambique, ao Parque Nacional do Chobe e ao delta do rio Okavango, ambos em Botsuana, a Zanzibar (paradisíaca ilha na Tanzânia) e às Cataratas Vitória - Patrimônio Cultural da Humanidade na fronteira entre Zâmbia e Zimbábue.

Para quem preferir ficar apenas na África do Sul as opções também são variadas. A Cidade do Cabo, com praias, o jardim botânico e a ilha onde Nelson Mandela esteve preso, é um dos destinos preferidos. Avistar o “big five” (os mamíferos mais difíceis de se caçar: búfalo, elefante, leão, leopardo e rinoceronte) é uma das mais esperadas atrações sul-africanas e pode ser feita em safáris no Kruger ou na reserva Madikwe. Quem deseja ver os animais marinhos pode visitar Hermanus, no sudoeste do país, onde é possível mergulhar com tubarões e observar baleias. Sun City, “a cidade perdida”, é o destino para famílias com crianças, já a Rota Jardim, com cidades costeiras famosas pelos vinhos e pela gastronomia é uma opção boa para casais. Ainda pouco explorado pelos brasileiros, o deserto de Kalahari oferece safáris fotográficos riquíssimos, com os típicos suricatos, afirma Carina.

A diversidade de opções que a África do Sul oferece tem tornado o local um crescente destino turístico. Carina ressalta que há opções aos que buscam bons preços e aos que preferem conforto e sofisticação. Falta ainda aos turistas sul-americanos ter o país entre as prioridades: América do Sul e América Central são as regiões que menos enviam pessoas à África do Sul. Em 2010, ano de Copa do Mundo, 53 mil brasileiros visitaram o país.

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