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Moeda local e dólar são opções para quem viaja ao Panamá

26 dez 2013
07h08
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Com clima tropical e temperaturas estáveis durante o ano todo, o Panamá é ponto de conexão entre diversas ilhas caribenhas e é o destino de muitos brasileiros que buscam aliar turismo em belas praias e compras baratas. Segundo a agência de viagens Megtur, a maior procura é de passageiros que, retornando do Caribe, param alguns dias no país para comprar produtos como perfumes e eletrônicos. O motivo é o Aeroporto Internacional Tocumen, na Cidade do Panamá, cujo free shop é um dos maiores do mundo. As diversas lojas da capital em geral também têm preços mais em conta que no Brasil.

O balboa, moeda local, tem valor equivalente ao dólar americano, amplamente utilizado, de acordo com a Embaixada do Panamá no Brasil. A Megtur aconselha que todos os brasileiros troquem o real pelo balboa, pois embora o país utilize o dólar, algumas lojas não o aceitam ou até cobram taxas, mesmo sendo proibido.

Segundo a empresa de viagens online Expedia.com.br, o preço de um pacote de viagem ao Panamá para uma pessoa, com passagem e hotel para uma semana, varia de R$3.800 a R$6.200. O aluguel de um carro econômico com capacidade para 4 ou 5 pessoas custa em média de R$200 a R$400 para uma semana, incluindo impostos e taxas.

Para quem quer conferir paisagens inesquecíveis, a Megtur recomenda visitar locais como o lago artificial do famoso Canal do Panamá, o Gatun Lake, praias como a San Carlos Beach, a baía Limon Bay e o Parque Nacional Altos de Campana.

Exigências legais
Para entrar no Panamá, os brasileiros com residência fixa no Brasil não precisam de visto, mas é necessário comprovar vacinação contra a febre amarela. Quem ainda não está protegido, deve se vacinar pelo menos dez dias antes da viagem, de acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), pois o Brasil é uma área de ocorrência da doença e pode representar riscos de disseminação internacional.

A vacina tem duração de dez anos e pode ser feita de forma gratuita em diferentes unidades de saúde brasileiras, onde o viajante irá receber o Certificado Nacional de Vacinação. Para validar o seu uso internacional, o turista precisa apresentá-lo em algum Centro de Orientação ao Viajante - em geral disponível nos aeroportos - que irá emitir o Certificado Internacional de Vacinação e Profilaxia.

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