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Cai número de turistas brasileiros no Chile

2 dez 2013
07h32
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O número de brasileiros que visitou o Chile de janeiro a setembro deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, caiu 4,8%. Segundo dados do Ministério do Turismo do Chile, foram mais de 278 mil brasileiros que visitaram o país neste ano - em 2012, no mesmo período, o índice já havia passado de 290 mil.

Com exceção de março, abril e agosto - que tiveram aumento pouco significativo de turistas brasileiros em relação a 2012 -, o restante dos meses de 2013 apresentou queda, especialmente junho e julho. Um fator que pode explicar a queda é a fusão das companhias aéreas LAN e TAM no ano passado, que operavam voos diretos Brasil-Chile. Com a junção, os preços das passagens subiram. Hoje é possível voar por outras companhias, como Aerolíneas Argentinas, mas com escalas.

Quem planeja visitar o país vizinho deve trocar real por peso chileno nas casas de câmbio das áreas centrais do Chile. A responsável pelo atendimento ao passageiro na Visual Turismo, Mara Ruiz, aconselha o turista a evitar o câmbio nos aeroportos, onde as tarifas não costumam ser tão favoráveis para os brasileiros. Levar um pouco de peso do Brasil pode dar segurança, mas nem toda casa de câmbio brasileira tem a moeda. Com cartões de créditos internacionais, o turista não costuma enfrentar problemas no país. Atualmente, R$ 1 equivale a aproximadamente 226 pesos chilenos.

É comum as agências oferecem pacotes bastante variados para o Chile. O país vizinho encanta os brasileiros especialmente pelos seus contrastes. A gerente do departamento de produtos da Terramundi Fabiana Roque destaca que o Chile é o tipo de destino que pode ser visitado diversas vezes e sempre oferecer uma nova experiência. Uma viagem ao norte se destaca pelas paisagens desérticas do Atacama. Já um roteiro pelo sul, oferece uma aventura pela Patagônia. No centro do país, a beleza fica por conta dos lagos e vulcões.

Para visitar o Chile, é necessário um passaporte válido por pelo menos seis meses ou então uma carteira de identidade expedida há menos de 10 anos. O país não exige vistos de brasileiros.

Preços
Os roteiros que oferecem rotas de vinhos podem custar até US$ 3.400 (R$ 7.800). Neles, estão incluídos passagens aéreas, hospedagem de seis noites, traslados entre o aeroporto e o hotel e entre as cidades que abrigam as vinícolas. Além disso, também estão incluídas algumas refeições. O Vale do Colchagua é um dos roteiros de vinhos mais visitados. Ele está localizado a 150 quilômetros de Santiago e é responsável pela produção de vinhos de qualidade premium.  

Em Santiago, encontram-se opções mais modestas, que resultam em pacotes de aproximadamente US$ 640 (R$ 1.470). Neles, o turista tem direito a três noites na capital chilena em quarto duplo com café da manhã, além da passagem de ida e volta. Entre as opções de turismo na cidade, há passeios gratuitos, como o Mercado Central, a Catedral Metropolitana e o Cerro San Cristobal, onde é possível ter uma vista panorâmica da cidade.

Para quem está disposto a pagar mais por uma experiência única, é possível ir à Ilha Páscoa, com passagens saindo de São Paulo por cerca de US$ 800 (R$ 1.830). Todos voos que partem do Brasil fazem conexão em Santiago.

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