As autoridades chinesas pretendem aumentar a flexibilidade da taxa de câmbio do yuan, anunciou o presidente do Banco Central da China, depois das críticas feitas pelo Tesouro americano. "No futuro, as flutuações da taxa de câmbio serão mais importantes", afirmou Zhu Xiaochuan, presidente do Banco Popular da China (BC), em uma entrevista à revista Caixin.
Os sócios comerciais da China - em particular Estados Unidos, que na terça-feira criticaram duramente o fato do país manter sua moeda em um nível consideravelmente desvalorizado - manifestam regularmente irritação com o nível do yuan, considerado artificialmente baixo.
Atualmente, a variação do yuan é mantida em um segmento de flutuação de 0,5% acima ou abaixo do nível fixado cada dia pelo Banco Central. As declarações de Zhu indicam que no futuro a margem de flutuação pode ser ampliada pelas autoridades, mas não tanto quanto desejam os sócios comerciais da China, com Estados Unidos à frente.
- AFP


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