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 Santander desiste de 401 recursos trabalhistas no TST

15 de setembro de 2011 • 10h32 •  atualizado 16 de setembro de 2011  • 07h24

O superintendente executivo do Banco Santander, Alessandro Tomao, entregou na quarta-feira ao presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro João Oreste Dalazen, carta que formaliza a desistência do banco de 401 recursos em tramitação no Tribunal. Conforme o tribunal, o Santander é parte em 1.324 processos atualmente no TST, ou seja, está desistindo de cerca de 30% das ações.

Segundo o TST, o documento afirma que a desistência procura aliviar a sobrecarga do tribunal e faz parte da política do banco que busca reduzir o passivo trabalhista da instituição. Os processos tratam de matérias consideradas simples e sobre as quais já há decisões do tribunal (jurisprudência) contrárias ao banco.

Conforme o TST, na correspondência o banco afirma que "acredita que a solução antecipada dos litígios traz vantagens para os trabalhadores, empregadores e para o Estado". Por meio de sua assessoria de imprensa, o Santander informou que elevou sua média mensal de acordos em processos trabalhistas de 60 para 500 acordos por mês, e pretende chegar a 2012 com aproximadamente 2000 acordos por mês.

Marco Antonio Araújo, vice-presidente de assuntos corporativos do Santander, afirmou em nota que "atualmente o banco encerra mais processos do que o volume ajuizado na Justiça do Trabalho. Sendo que mais de 50% dos processos encerrados ocorrem sem qualquer condenação ao banco". A instituição diz que seu passivo trabalhista é resultado, em grande parte, das incorporações realizadas no Brasil.

Terra
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