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 Empresa lança nova geração de boneca inflável

26 de junho de 2006 • 15h05

Uma nova geração de parceira sexual artificial promete roubar o lugar das tradicionais bonecas infláveis, após ter sido apresentada na 10ª Convenção Erótica de Los Angeles, a grande feira do setor realizada na capital mundial da pornografia.

Trata-se de Leeloo, uma boneca de silicone cujo protótipo foi apresentado pela empresa californiana My party doll.

Alex Goldman, que se autodefine como "assessor profissional em bonecas sexuais", não poupa elogios. "Testei pessoalmente todas as bonecas disponíveis no mercado. Estas (as Leeloo) estão a anos-luz da concorrência", disse o especialista. "É a melhor que já experimentei", afirmou.

O nome da boneca é uma homenagem ao personagem de Milla Jovovich no filme "O Quinto Elemento" (1997), de Luc Besson.

"Leeloo não é como as velhas bonecas (infláveis) que estouram, é tão sólida que até pode servir como macaco para erguer um carro", acrescentou Goldman, entusiasmado com a criação, fruto de dois anos de trabalho do francês Yves Becker.

A Convenção Erótica de Los Angeles foi iniciada neste fim de semana e espera reunir milhares de admiradores das novas tendências do prazer. Nesta feira anual do sexo, mais de 300 expositores apresentam os últimos lançamentos de jogos eróticos e de publicações pornôs, passando por vestuário e acessórios.

Um dos destaques do evento é a própria Leeloo, cujo esqueleto é feito de aço. A previsão é de que o novo "brinquedo" chegue ao mercado por US$ 5 mil.

"Os pés foram realmente difíceis de esculpir", explicou Becker, que dedicou "a maior parte do tempo nos seios porque é muito ruim de calcular (o efeito) da gravidade" no silicone, acrescentou.

Devido à qualidade do material - mesmo silicone usado nas cirurgias plásticas - Leeloo nunca terá celulite.

Os visitantes da feira demonstraram grande interesse no estande da empresa My party doll no Convention Center de Los Angeles. "Teria adorado ter uma dessa há 25 anos", disse Jim Arthur, vendedor de brinquedos sexuais. "Teria colocado uma no quarto dos hóspedes".

Becker e Goldman garantiram que Leeloo terá um futuro comercial radiante e "não só entre os solteiros".

Segundo ele, a empresa recebeu pedidos de casais que querem apimentar o relacionamento e inclusive de mulheres "que querem ter Leeloo como uma super Barbie".

A expectativa dos empresários é de que a invenção garanta à companhia uma fatia do mercado que movimenta cerca de US$ 10 bilhões ao ano só nos Estados Unidos.

Deste total, cerca de US$ 1,5 bilhões são gerados unicamente com a venda de brinquedos sexuais, embora sua comercialização seja proibida nos Estados conservadores do sul, como Georgia, Alabama, Mississipi e Texas.

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AFP


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