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Mesmo prioritária, pasta da Educação sofre corte de R$ 7 bi

Bloqueio orçamentário atingiu principalmente o MEC, que responderá pela maior parte do montante a ser economizado

9 jan 2015
10h34
atualizado às 12h57
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O bloqueio nas despesas do governo federal atingiu principalmente o Ministério da Educação (MEC), prioridade do segundo mandato da presidente Dilma Rousseff, que escolheu o lema “Pátria educadora” para os próximos quatro anos, de acordo com informações da Folha de S. Paulo.

<p>Corte no MEC chega a R$ 7 bilhões anuais</p>
Corte no MEC chega a R$ 7 bilhões anuais
Foto: Eco Desenvolvimento

Decreto presidencial editado na quinta-feira bloqueou, até a aprovação do Orçamento deste ano, um terço dos gastos administrativos dos 39 ministérios. A pasta da Educação responderá pela maior parte do montante a ser economizado. No MEC, o bloqueio chega a R$ 7 bilhões anuais, grande parte devido às universidades federais.

Em toda a Esplanada, a medida significa um corte mensal de R$ 1,9 bilhão, o que corresponde a R$ 22,7 bilhões anuais, em despesas cotidianas como vigilância, limpeza, viagens, luz e compra de materiais.

Os números não são definitivos. Após o Orçamento se tornar lei – o que só pode ser feito após sua aprovação pelo Congresso, que está em recesso até fevereiro, e passar por sanção de Dilma -, os ministros da Fazenda, Joaquim Levy, e do Planejamento, Nelson Barbosa, devem anunciar a programação completa de desembolsos para o ano.

Depois de encerrar 2014 com os piores resultados desde o Plano Real, lançado em 1994, o governo prometeu fazer uma poupança de R$ 66,3 bilhões neste ano para o abatimento da dívida pública. Como as metas foram descumpridas nos últimos três anos, o bloqueio de despesas foi antecipado neste ano.

Fonte: Terra
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