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11 de março de 2013 • 06h04

Empresas usam sensores para medir produtividade de empregados

 

Um estudo realizado pelo Bank of America mostrou que os funcionários produziam cerca de 10% mais quando havia momentos para pausas em grupo. Os dados foram captados com crachás que registravam movimentos e o tom das conversas dos funcionários, e, com o resultado, o banco iniciou programas para melhorar o desempenho e agora inspira outras empresas, segundo o The Wall Street Journal. Conhecido como Big data, o programa de sensores rastreia informações em tempo real e registra quantas vezes o funcionário se levanta da mesa, consulta outras equipes ou vai para reuniões, por exemplo.

Com os dados, as empresas fazem mudanças em suas jornadas, tais como descanços para coffee-breaks e almoços em conjunto ou a forma de compor grupos de trabalho. Porém, de acordo com a publicação, o Big data também traz polêmica, já que a linha entre a coleta de dados e a invasão da privacidade é tênue. Além da produtividade, os sensores também medem quais locais da empresa são mais utilizados, permitindo assim uma melhor distribuição dos espaços físicos das companhias.

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