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Veja dicas de consumo consciente para o Dia das Crianças

9 out 2015
09h34
atualizado às 10h00
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O dia das crianças se aproxima e para além dos típicos presentes, a data também é uma oportunidade para refletir sobre a participação dos adultos na educação para o consumo de filhos, sobrinhos e outras crianças próximas.
 
Para ajudar nessa tarefa, Carlos Thadeu de Oliveira, gerente técnico do Idec, elencou algumas dicas para incentivar o consumo consciente entre os pequenos. Confira a seguir.  
 

O dia das crianças é uma oportunidade para refletir sobre a participação dos adultos na educação para o consumo de filhos, sobrinhos e outras crianças próximas
O dia das crianças é uma oportunidade para refletir sobre a participação dos adultos na educação para o consumo de filhos, sobrinhos e outras crianças próximas
Foto: Daniela Leite


Crianças de 4 a 12 anos: com mais autonomia, os pequenos já são capazes de decidir 

Televisão: Os canais infantis da TV por assinatura são um meio privilegiado pelas agências de publicidade para dirigir apelos para o consumo às crianças. Fique de olho e evite deixá-las muito tempo em frente à TV.
 
Marketing do entretenimento: os ambientes que a criança frequenta, como cinemas e shows, também são repletos de marketing de produtos infantis. Não é preciso proibir que o pequeno frequente esses lugares, mas nunca é demais ensinar que o mais importante é aproveitar e fruir do próprio espetáculo.
 
Direitos do consumidor: nessa idade já é possível começar a ensinar os direitos básicos do consumidor. Despertar a atenção para instruções dos brinquedos, propiciar o debate sobre a publicidade, falar sobre segurança de produtos e ensinar na prática o direito de escolher são atividades que podem ser realizadas no cotidiano. 
 
No supermercado: mesmo que não seja fácil, é importante educar os pequenos a não serem fisgados pela exposição de produtos de apelo infantil e de alimentos ultraprocessados. 
 
Educação financeira: mostre o valor real das coisas. Se a criança recebe mesada, ela pode programar a economia para conseguir custear parte de seus desejos e mesmo a planejar como pode “juntar” as oportunidades de presentes para conseguir algo mais custoso numa só oportunidade.
 
Trocas entre amigos: brinquedos que já ficaram pra trás ou roupas calçados em bom estado que não servem mais podem ser objeto de troca. Promover bazares de trocas entre mães e com os filhos são bons exercícios de reaproveitamento e reutilização, bem como de desapego material.

Acima de 12 anos: os impulsos se aguçam para o consumo 
 
Educação financeira: os cuidados com a mesada e com o dinheiro passam a ser imprescindíveis, porque o quase adolescente vão querer consumir aquilo que seus amigos também têm. Isso faz parte das influências externas e busca pela identidade com o grupo. 
 
Compras virtuais: peça para ver todas as informações sobre o que vai ser comprado na internet. Não deixe de conversar sobre os cuidados com senhas e número de cartões que eles podem, desavisadamente, repassar a terceiros.
 
Telemarketing: explique que a criança não é obrigada a responder nada e, principalmente, dizer se tem alguém em casa nem confirmar nenhuma informação financeira. Esse cuidado ajuda a evitar desde uma simples contratação acidental até um golpe mais sério.
 
 

Fonte: Squimb Conteúdo
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